quarta-feira, 14 de março de 2012

MENSAGENS RECEBIDAS

Hélio,

É muito bom ler os comentários daqueles que viveram esta época. Seguem em anexo duas fotos tiradas no carnaval de 1972 em Araçatuba (Teré, Paulão, Café, Baixinho, Takeo, Japa, Issamu e outros). Alguns foram de ônibus e nós viajamos no toyota do Shinji (éramos em 8). Abaixo segue a complementação da letra comentada pelo Tibi, da música do conjunto do Nobuo. Abraços.

Ela falou o meu nome, e eu chorando compreendi, é ela que eu amo. Nos olhos dela vejo, quanta ternura há por mim, é ela que eu amo...ah....ah A cada dia eu a amo mais, eu me apaixono mais e mais, meu amor por ela não tem fim....


Atenciosamente,

Valeu Arnaldo! 
Muito obrigado.
Abração.
Hélio

Com o Teré, o início do BLOG. Foi assim, ele pedindo fotos dos encontros no bar do Ganso e eu respondendo:
Olá Teré sua Véia Bicharouca.
Como estou em casa agora, fiz um blog também da Jadap. Clique:
http://wwwbloggerjadap.blogspot.com/
Ainda não divulguei para a turma. Por enquanto só você está sabendo. Dê uma olhada, lá tem as fotos do bar do Ganso (por falar nisso, ele está no Japão?). Se puder dar uma melhorada (no texto, na sequência, etc)  me diga como; por exemplo, gostaria de colocar uma(s) foto(s) no título na página de abertura, mas não consegui; algumas fotos antigas que salvei no Word também não consegui postar.
Hélio 

Bixola
Ficou muito bom parabens so uma ressalva as letras em azul ficou meio ruim de ler se der para mudar de cor ficara legal.
Att:Teré
Olá Helio,  muito legal!!!
qta lembranças e tempinho bom né
Abraço à todos
Armando (Jubinha)

Olá Armando "Jubinha" Matsumoto
Você não tem alguma foto sua da época? Vc era cabeludo, forte, não era?
Muito obrigado e felicidades.
Hélio

Hélio:
...mas tenho a certeza q./n/historia é a partir de finalzinho do ano 1950 mas de resto foi otimo, apesar q ouvi so hoje falar s/as brigas q vcs se envolveram , nunca havia ouvido falar...ate estive na semana passada conversando s/a Jadap c/ o Jaime Gushi,fomos juntos numa excursão nova/p /Angra dos Reisc/ a m/turma da dança ...a gente tem uma ideia diferente s/a Jadap , mas ouvi falar bem outra coisa s/a turma (q se intitulava da JADAP ) e q me deixou  mto triste ...q pena !!!se eu achar algumas fotos te mandarei , apesar da m/ decepção s/os comentários , eu na m/lembrança , guardo   a Jadap , da inocencia, começo do namoro , amizades q alguns tenho ate hoje , meu casamento(farei bodas de Rubi  no dia 18/03...) ,porisso q n/historia (da Jadap) é nos anos 60 ...Ate mais e parabens p/trabalho
Beijos a todos
Ju///

Querida Ju:
Como eu digo na apresentação do blog, muita gente se orgulha de ter participado desse "movimento" vanguardista e muitos lamentam por não terem tido oportunidade, ou por orgulho, por inveja ou coisa parecida. Repito: analisando hoje dou muito valor ao que vocês, que chamo da primeira geração (final dos anos 50) fizeram e passaram para a minha geração (2ªgeração, década de 60 inteira). A terceira geração JADAP, no início dos anos 70 - eu já estava fora, casado - participou até de ginkana com uma escuderia na TV (Record, se não me engano). Se alguém lhe disse "nossa! vc era dessa turma? com sentido ofensivo, eu também ouvi essa mesma frase, só que com um sentido muito positivo, de admiração, que me deixou orgulhoso. Prefiro ficar com esta opção e ignorar outras; chegaram até taxar nossas garotas de "galinhas". Na minha época já sentíamos inveja de outros grupos em bailinhos, festas, carnavais, pois éramos um grupo unido de rapazes e garotas bonitas e que crescia a cada mês, eu era um dos relações-públicas com as associações nikkeys e a turma era muito prestigiada por elas, daí os problemas e até brigas que ocorriam em eventos dos clubes.
Beijos.

Oi, maninho, desculpa ...mas eu tinha q me desabafar ...talvez vc ,n/ tenha me entendido mto ...ate então (dos  comentários)  , eu me orgulhava de ter participado da Jadap , agora , eu proibi  esses amigos de comentar sobre porque senão iríamos brigar (porque defender , eu continuo defendendo a Jadap inicial !!! Até mais
Beijos
Ju///
Querida Ju:
Falar mal, sei que muitos ainda falam; prefiro ignorar e lembrar que os benefícios de uma juventude sadia, alegre, cheia de amizades, é muito melhor! Sei que erramos numa parte: com nossa força de um grupo, talvez pudéssemos ter feito algo que ficasse marcado como uma grande turma que praticou atividades em pról de pessoas necessitadas, mais carentes principalmente na sociedade nikkey, que sabíamos, naquela época, já havia até favelados da nossa colônia. Esse sim seria um maior orgulho se pensássemos assim;
mas, nossa bandeira era a amizade e tudo que a ela se relacionava. Política, religião, racismo, discriminações sociais...enfim, sempre (inconscientemente) procurávamos não introduzí-las na turma. Esses são alguns motivos pelos quais alguns não aceitam, não gostam da Jadap. Brigas? Fofocas? Para alguns grupos (iracíveis, hoje seriam tipo Skin Heds os "carecas") éramos uma turma de viadinhos e vaquinhas. Não importa! Vivemos uma juventude muito boa, ótima! Espero que quem nos recrimina tenha tido também uma ótima juventude.
Desculpe também meu desabafo.
Hélio

HELIO.
PARABENS PELA INICIATIVA. É SEMPRE MUITO BOM RELEMBRAR OS TEMPOS EM QUE A NOSSA VIDA ERA MUITO MAIS SIMPLES E BEM MENOS COMPLICADA.
VOU FAZER UMA BUSCA DAS FOTOS DA EPOCA PARA REPASSA-LAS A TODOS.
GRANDE ABRAÇO E IMENSO PRAZER EM REVE-LOS NESTA TELINHA.
HORST P KASPER.

Caro Horst.
Recebo sempre com um grande prazer qualquer contato seu. Relembrar é nostálgico, às vezes dói um pouco...mas é ótimo! Não?
Muito obrigado.
Abraço.
Hélio


Hélio,
Parabéns pela iniciativa. Ficou muito bom o blog! Me remeteu ao passado onde tenho gratas lembranças de uma época muito mais inocente, onde se namorava e íamos ao cinema de mãos dadas oferecendo Drops Dulcora à sua namorada. 
Épocas de bailinhos no Búfalo da Vila Prudente com a orquestra Arelux com os seus boleros e músicas do Ray Connif e Billy Vaugham. Lembram que tínhamos que ir de terno e gravata onde o nosso maior temor era levar um taba das meninas? 
Época que a gente se reunia para tocar violão e cantar as músicas dos Beatles, Roberto Carlos, Renato e seus Blue Caps, Bobby di Carlo, Trio Esperança, Leno e Lilian e toda a Jovem Guarda. 
Época que fazíamos a nossa festa junina na Vila Bueno com quadrilha, fogueira ao som do nosso conjunto.
Época que a gente se reunia também na Vila Votorantim para ir aos cinemas e jogar boliche. 
Época das briguinhas em bailes, aliás lembro de um em particular que nós fomos até presos (vc estava entre os presos) e o Horst tinha um irmão do CPOR que foi até a delegacia e o Jorge Nagado nos livrou rsrsrsrsr.....tivemos que pagar o prejuízo causado no clube dos bancários e para tal fizemos um bailinho para angariar fundos.
Época dos conjuntos que formamos com membros oriundos da JADAP. Eu mesmo tive um conjunto, o Nelson Matsuda teve outro conjunto e a PATOTA que teve raízes na nossa turminha abrilhantou muitos bailinhos.
Infelizmente não tenho fotos da época para contribuir mas as imagens e os momentos estão guardados na minha memória dessa turma da JADAP que tive o privilégio de conviver e ser membro!
Somos abençoados por ter vivido tudo isso!
grande abraço, 
Nelson Sakamoto (Tibi)
Caro Nelson “Tibi” Sakamoto.
Que ótimas lembranças! Delas, com certeza surgirão detalhes que já estariam se apagando de nossas memórias. Baile do Búfalo! Do Olímpicos, com o conjunto do Jorginho! Num desses, no Olímpicos, conheci minha mulher (42 anos juntos). Fizemos mais de um bailinho para poder pagar as despesas do clube (era dos bancários, não?!) naquela briga. Na época tinha feito sucesso o filme “Os 12 Condenados” com Yull Brinner e demos o nome aos bailinhos de Baile dos 12 Condenados. Meu irmão Jorge Nagado era recém-formado em Direito e cuidou para que os maiores não fossem processados. Me lembro que os menores foram retirados da delegacia pelos pais, que foram chamados.
Sem dúvida, tivemos uma adolescência muito saudável, até invejada por quem não teve esse privilégio, de participar da turma da Jadap.
Abração.
Hélio

Hélo, eu não participei muito da turma da JAPAP mas tenho muitas lembranças boas dessa época e dos encontros maravilhosos que proporcionavam.
Muito bom vc tentar resgatar imagens e até mesmo depoimentos como o de  Tibi que li e relembrei com emoção, dos bailinhos e das músicas gostosas da época.
Transmita meu abraço a todos que ainda se lembram de mim (ou não) e que possam junto com voce, avançar nesse  projeto.
Parabéns.
Margarete Goto
É isso mesmo! O baile se chamou os 12 condenados porque fomos em numero de 12 presos! rsrsrs. Esqueci de mencionar tambem que outro conjunto oriundo da JADAP que alias chegou a gravar um disco foi o do Nobuo Murakoshi (esqueci o nome do conjunto) e eram eles que estavam tocando naquele baile do conjunto dos bancários quando teve a confusão e fomos presos...
Abração,
Tibi
Caro Hélio,
As lembranças vem pouco a pouco...sorry..Uma outra coisa legal oriunda da nossa JADAP é que tivemos muito mesatenistas. Eu mesmo fui campeão infantil e juvenil Intercolonial brasileiro pelo extinto clube Ética, bi-campeão Paulista pelo Palmeiras entre outros títulos. Passei pelos clubes Corinthians (onde começei e ganhei o primeiro título da gurilândia), Ética, Paratodos e Palmeiras. Treinava tambem no Arelux onde tínha vários amigos (Alberto Futema, Nelson Matsuda, Celso Matsuda, os irmãos Fujiwara, Sakae Ikeuti e o Milton Oshiro) este último casado se não me engano com uma médica e ainda em atividade no interior de Sao Paulo.Tive com o Milton grandes jogos sendo que o saldo era positivo para mim rsrsrsrs. Alias, naquele bailinho que fomos presos tinha jogado o dia inteiro no Clube Piratininga em Pinheiros e depois do jogo é que fui ao bailinho junto com o Tere que insistiu comigo em ir para prestigiar o conjunto do Nobuo que estava tocando no Clube dos Bancários na Vila Mariana.
Grande abraço,
Cara! O conjunto do Nobuo se chamava...The ungry young men (?!) ou algo assim. Onde andará o Nobuo, suas irmãs? Uma delas namorava firme o Oscar, se não me engano, que era o líder do conjunto...Lembro-me vagamente da música "É ela que eu amo"que eles gravaram...não tenho certeza.
Abração.
Hélio
É isso mesmo, o líder do conjunto se chamava Oscar e namorava a irmã do Nobuo. Não me lembro o nome do conjunto..mas o nome da música era É ela que eu amo e a música era mais ou menos assim.... Ela falou o meu nome..... e eu chorando respondi....é ela que eu amo....ah ah ah ah ah ah ah ah.....O outro companheiro do conjunto que cantava tambem muito bem foi trabalhar num conjunto do Silvio Santos por uns anos.
abs,
Tibi
Tibi, pretendo editar e postar essas lembranças no blog! Aposto que o pessoal vai gostar muito de relembrá-las e alguns nem sabiam de muitos acontecimentos que serão relatados. Essa dos mesatenistas que tivemos...sensacional! Até eu, na época comecei
a aprender jogar tênis-de-mesa com vocês, esse grupo todo mencionado. Eles treinavam na Associação Okinawa do Brasil que tinha sede no prédio da Bolsa, 23º andar.  Aliás o Milton, eu o ví, numa reportagem num dos jornais da Globo, há uns 10-15 anos (ou mais?!) apresentando-o como instrutor de tênis-de-mesa numa cidade do interior.
Abraço.
Hélio
Hélio, é isso ai. Começamos a treinar na Associação Okinawa do Brasil que ficava no 23o andar do predio da Bolsa onde tambem tinha um piano de cauda....Convivi muito com o pessoal do Arelux que basicamente era comandada pelos irmãos Fujiwara (Celio, Antonio, Delfim e Sergio Fujiwara) e eles tinha uma irmã que se chamava Viriginia. Eles me cobravam muito porque eu vivia com eles mas defendia o Ética que ficava na Rua Major Sertorio, 219 e era campeão por esse clube. Alias, a gente da Jadap costumava pegar alguns bailinhos tambem no Ética naquela época. Lembro tambem que na frente da sede do Arelux que ficava na Rua São Joaquim quase esquina com a Rua da Gloria ficava outra sede do pessoal da Liberdade chamado CT (Clube da Turma) que tambem jogavam Tenis de Mesa e o forte deles era a família AOKI mas que comparado à nós não tiveram grandes projeções neste esporte. Quanto ao Milton Oshiro, ele era meu fregues!!! rsrsrsrrs e o Futema a gente teve um grande equilíbrio na época em campeonatos... ora eu ganhava dele, ora eu ganhava. Quanto aos irmãos Fujiwrara, o melhor deles foi o Antonio (Toninho como era conhecido) mas ele não era da minha categoria ou seja, ele era adulto enquanto eu era infantil ou juvenil.
grande abraço,
Tibi

 

Hélio, parabéns pela iniciativa!
Sinceros agradecimentos por relembrar-me de amigos (as) de uma época inesquecivel e que, com muita emoção e orgulho, mostro aos meus filhos, netos e bisneto!
Hélio, sei que sua iniciativa gera custos e coloco-me à sua disposição no sentido de colaborar e ajudar para que nossa história se perpetue!
Foi muito bom viver e conviver com todos!!!
Kunio Ito



Helio, bom dia!
Todos os que vivemos a era da J.A.D.A.P  e do NIPO BRASILEIRO guardamos com carinho essa fase, quando vivemos os melhores anos da nossa juventude.
(abaixo, trecho de e-mail enviado pelo Zeca ao Kunio Ito)
...reavivou em nossa memória alguns jogadores do "fabuloso" segundo quadro do NIPO dos anos 1960/1970. O Horst, como v. deve se lembrar, era o lateral esquerdo do nosso time. Na seleção brasileira tinha um velhinho chamado Nilton Santos.  V. nos falou do encontro com o Sojo, lateral direito do NIPO, quando na Seleção brasileira tinha outro velhinho chamado Djalma Santos. 
Há alguns dias curti um e-mail do Modesto e  lembrei da época do Nipo Brasileiro,  onde ele foi titular como quarto zagueiro do "segundão". Como o Modesto era o "italianinho", vamos lembrar do seu ídolo na seleção italiana, o  Trapattoni, grande marcador de Pelé.
Não sei se as referências estão certas, mas v. lembrou do Sojo como a minha "sombra" na lateral 
direita do Primeiro Quadro no NIPO. Essa é muito boa!! Foi confissão do Sojo?
Essa defesa do Nipo Brasileiro valia muito no mercado (a gente morava próximo do Mercado Municipal) do futebol, pois cada um pagava em torno de 50 cruzeiros (dos antigos), pra ter direito de jogar no time  e ainda tinha que carregar o saco de camisas do time de vez em quando. Viagem de coletivo. 
Tinha muito moleque da vizinhança que vivia querendo entrar pro time. Um deles, Ximbica  fez questão de me mostrar quantas embaixadas fazia com a bola, num sábado de concentração (peladão na rua)  na Rua Antonio Pais.

Vamos contar histórias daquela época.
Parabéns pela iniciativa.
José "Zeca" Nagado




Nenhum comentário:

Postar um comentário